sexta-feira, 16 de maio de 2008

Art Direction Show!


Esse anúncio para a Amnesty Internacional feito pela Leo Burnet de Lisboa, Portugal é de uma riqueza magnífica na sua ilustração onde mostra os diversas guerras ocorridas em todo o mundo num determinado período formando o mapa mundi. Brilhante ao dizer visualmente que no mundo inteiro ao longo dos tempos as pessoas entraram e entram em conflito. A direção de arte é deRicardo Toledo e a ilustração de Mico.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

A W/Brasil aproveitou


Vi no Terra.

Clichê diferente (grande e pesado)

Comercial do Subaru Forester 2009 na TV canadense mostra um lava-rápido em que as tradicionais belas de biquíni são substituídas por... É melhor assistir. Na assinatura a locução diz: "Os SUVs japoneses ficaram um pouquinho mais sexy". Dica da Karol que viu no Uol.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Mulher Gostosa e Cabelo Voando

Quantas pessoas já não viram algum comercial de cerveja com destaque para uma gostosa com o cabelo voando? A discução da originalidade desta cena veio à tona com o comercial para o 3º Prêmio AERP de Criatividade em Rádio e TV. O Prêmio da Associação das Emissoras de Rádiodifusão do Paraná dá ao vencedor uma viagem para Nova Iorque. Maiores informações sobre a premiação você pode conferir em http://www.aerp.org.br/premio2008

Art Direction Show!


Para divulgar seu trabalho freelance Mari Pettersson criou um cartão de visitas inusitado para se aproximar dos diretores de criação. Uma embalagem de carne fresca com o apelo Fresh Brain, abaixo do código de barras seu número de telefone. Não é uma direção de arte bonita, mas a idéia é genial.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Será que isso é o Brasil?




Vi a Baunilha comentando no Twitter sobre essa campanha para a Cabana Cachaça que diz ‘Authentically Brazilian’. Minha opinião a parte, mas os comentários não são os melhores.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Zurich Chamber Orchestra



Lindo comercial da Euro RSCG de Zurich. Vi no UoD.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Tendências para o jornalismo










A Associação Mundial de Jornais e a indústria de consultoria Kairos Future elaboraram como seria o cenário mundial na indústria de jornais em 2002.

Através de algumas mudanças no comportamento das pessoas, eles prevêem a simplificação da notícia, o aumento do individualismo e colocam o consumidor no controle. Ou seja, as pessoas consomem o que elas querem, na hora e do jeito que acharem mais fácil. Dessa forma notamos o crescimento de blogs e outras ferramentas de viralização de notícias (feeds).

Segue abaixo as 66 tendências dos jornais:

1- Infoentretenimento
2- Crescimento da disponibilidade (24 horas 7 dias) - as pessoas não compram o que realmente querem. Compram o que encontram disponível
3- Novas constelações de família
4- Momento de viver o “just in time” americano
5- Infinitas escolhas em produtos e serviços
6- Simplificação da vida - resposta ao estresse cotidiano
7- Compradores profissionais - shoppers com extenso conhecimento de produtos e serviços
8- Individualismo
9- Velhos parceiros - mais e mais pessoas idosas (mais e mais saudáveis)
10 - Pânico climático - maior preocupação com poluição e emissão de CO2
11- Consumidor está no controle - blogs e outras ferramentas
12- Geração de consumidores criativos - criação e distribuição de mensagens comerciais de consumidores
13- Mobile broadband
14- O hype do design - 50% a 70% das decisões de compra ocorrem no ponto-de-venda eforçando o foco no design e embalagens
15- Papel inteligente
16- Palavras boca-a-boca - marketing viral ganha confiança total dos consumidores
17- “Long tail” - mídia digital oferece novas possibilidades para nichos de audiência
18- Redes sociais - Facebook e outras redes sociais crescem
19- Geração de nativos digitais - o total gasto na Internet dobrou no último ano na Suécia (Europa). Pessoas jovens não vêem internet como tecnologia mas como algo simples que está sempre por perto
20- Pesquisa por autenticidade - em um mundo de fakes histórias, a autencidade se torna mais importante
21- Mídia de localização - GPS e outras ferramentas possibilitam conteúdos de localização e inserções publicitárias
22- Consumidor como co-produtor de idéias, conceitos, tendências
23- Relações públicas e marketing - conteúdo editorial tem maior impacto do que peças publicitárias, o que torna relações públicas uma atividade de vendas
24- Jornalismo mais analítico
25- Mais plataformas de mídia
26- Fragmentação da audiência
27- Transações online = receitas online
28- Maior compartilhamento de conteúdo criado pelos consumidores - mais formas de expressão dos consumidores na internet
29- Jornais gratuitos
30 - “Snacks news” - pílulas de notícias
31- Novas demandas em vendas - vendas de publicidade se tornam extremamente importantes e difíceis - em um ambiente de extrema pulverização de canais de mídia. Times de vendas tornam-se “media brokers”
32- Target altamente segmentado
33- Mídia digital oferece melhor mensuração - é possível prever o impacto das peças publicitárias, clicks e transações
34- Receita dos jornais vem da mídia digital
35- Mobile news - consumidores não lêem mais os jornais. Consomem notícias em trânsito para o escritório, para a casa ou em reuniões do escritório acessando o celular
36- Tempos difíceis para assinaturas de jornais
37- E-paper - displays flexíveis e dobráveis são nova geração de gadgets
38- Jornais se tornam exclusivos - acesso para classes exclusivas
39- Companhias de jornais se tornam apenas mais uma mídia
40- Ataque vindo do below the line - ataques criativos em marketing online, ações globais, numa época de rápida movimentação
41- Globalização da mídia - consumo global e intenso de mídia na internet
42- Estratégias multi-canal - diferenças entre jornais, TVs, rádio, revistas e internet ficam cada vez mais fracas. A estratégia é abranger todas as mídias integradas
43- Colapso na mensuração - novas ferramentas serão necessárias
44- Marketing cada vez mais direto - publicitários querem alcançar consumidores diretamente. Sites de campanhas, clubes de compradores, presença no Facebook são meios de avançar além da mídia tradicional
45- Jornalismo cidadão - pessoas jovens querem se envolver e fazer parte da reportagem
46- Mix de midia mais complexo - clusters de novas mídias (You Tube, clips, canais de esporte na TV)
47- Individualismo e queda da audiência de massa
48- Desafios na liberdade de imprensa - jornalistas de países como China e Rússia enfrentam dificuldades com censores e perseguições
49- Melhor qualidade de material impressos - mais cores e considerável aumento da qualidade na mídia impressa
50- Informação instântanea - atualizações de notícias minuto a minuto
51- Maior regularidade de informações com simetria na distribuição das notícias
52- Informação visual - conteúdos visuais são consumidos mais facilmente. Mais e mais displays com vídeos vão aparecer na sociedade
53- Jovens pessoas com um novo comportamento de mídia - internet é a plataforma de mídia deles
54- Serviços - webpages pessoais gerenciadas com notícias, serviços e atualizações
55- Era do print digital
56- Interesse em grupos é maior do que interesse na opinião pública geral (target)
57- Novo modelo de receitas na internet
58- Enfraquecimento do controle das marcas e companhias. Crescimento do contato com o consumidor
59- O conteúdo torna-se mais importante do que o canal
60- Empresas e companhias tornam-se competidores de jornais no fornecimento de conteúdo
61- Perdendo lealdade - se os consumidores não gostam da mídia ou programa, mudam imediatamente para novos canais
62- Perda de circulação de jornais
63- Avalanche da mídia - super exposição de histórias na mídia
64- Jornais hiper locais
65- Companhias online se tornam fortes competidores de jornais
66- Marketing one-to-one - várias técnicas incluindo inteligência artificial possibilitam ao Google e outros competidores materializar na internet exatos desejos e necessidades dos consumidores

O Diferencial do Design de Interação

Art Direction Show!



Opa, pra começar nesta segunda um post de um diretor de arte web. Não sei ao certo o nome, mas o trabalho vale a pena, veja mais aqui.

terça-feira, 29 de abril de 2008

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Pesquisa: Mensagem instântanea por celular supera SMS e e-mail

Deu no BlueBus:

"Technology diz que a troca de mensagens instantâneas pelo celular vai acabar com o SMS e também com os emails trocados através do computador. O estudo ouviu 17 mil pessoas em 30 países e indica que uma vez adotada, a tecnologia do mobile instant messaging (MIM) rapidamente supera as outras ferramentas de comunicaçao. Entre os que usam o MIM, a troca de mensagens instantaneas é o recurso mais utilizado em seus celulares - 61% usam diariamente, contra 55% que usam o SMS com a mesma frequencia e 12% que trocam emails via celular."

Demais não? Eu já faço minha parte, via iPhone, Hahaha.
Como será lindo o mundo Wi-fi!

A questão é:

Como as marcas se comportarão em meio a tudo isso?

Como falarão com seus consumidores sem interromper sua diversão?

Como irão fazer a interação entre as 3 telas? (tv, web e mobile)

Esse é o desafio.

Diferenças que fazem a diferença

Tá ai uma seqüência de imagem que diz tudo.
Diferenças entre marketing, relações públicas, publicidade e branding.

Qual estratégia é melhor para comunicar sua marca?





Para músicos e afins

Bom, pra começar essa segundona vou postar algo meio diferente do que temos postado comumente aqui, o que também não deixa de ser uma inspiração criativa (pelo menos pra mim). Sou um cara que tenta ser trompetista também desde os 12 anos de idade, e por isso sou fã de jazz e todo tipo de música que se utiliza bem de uma metaleira. Coloquei uns vídeos do trompetista William Alonzo Anderson, conhecido como Cat Anderson (12 Setembro 1916–29 Abril 1981). Quem toca algum tipo de instrumento de metal sabe o quanto é difícil e requer estudo para alcançar as notas agudas, e esse cara conseguia oitavar em torno de 5 vezes a nota (dizem que ele estudava o Arban's Trumpet Method de cabeça pra baixo). Fez muito sucesso no jazz americano principalmente na famosa Duke Ellington's orchestra.




sexta-feira, 25 de abril de 2008

Publicidade argentina (parte 1)

Hoje eu ia perder um tempo pra falar um pouco da publicidade argentina. Pesquisar, analisar e ver se realmente é tudo isso que a gente acha. Como hoje é sexta, vou deixar pra segunda e para aumentar meu compromisso de escrever sobre os hermanos vou soltar essa campanha da Ford argentina que está demais!

Totalmente fora do padrão de campanhas para automóveis.
Ford Ka. Made in Argentina.









Simplesmente, de outro mundo!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Pra quê título?

O anúncio abaixo é mais uma prova de que uma idéia simples fala tudo, sem necessáriamente dizer tudo. Realmente, a Peugeot está bem servida de agência, pelo menos no quesito criatividade. Desta vez o crédito é da Euro RSCG de Buenos Aires.

Entrevista com Wagner Brenner




Como muita gente já sabe, este é Wagner Brenner, fundador do Update Or Die. Site esse que é um grande modelo de negócio para outros blogs. Tomei a liberdade de postar aqui uma entrevista feita pelo Blog do Yassuda, que traz algumas informações novas para nós, blogueiros. Segue na integra a entrevista feita pelo Yassuda:

1) O Update or Die começou como um blog pessoal em 2004. Como aconteceram as mudanças para que ele adquirisse esta cara de coletivo de idéias?

Cara, todo mundo acha isso. Mas o Update or Die não começou como um blog não. Começou com uns encontros informais que eu fazia com alguns clientes na agência, quando eu era Diretor de Crição na McCann. Nesses encontros eu dividia referências: internet, livros, fotografia, filmes, tudo. Hoje toda agência faz isso “pra inglês ver”, mas na época ninguém fazia. Eu sabia que as coisas mais ousadas e inovadoras precisavam de um contexto, de uma atualizada em todos que estivessem no processo. Bom, esses encontros foram ficando cada vez mais disputados. Vieram outros clientes, outras pessoas da agência. A sala começou a ficar pequena e o jeito foi criar uma versão on line, para que todos pudessem participar e também para ir arquivando o material. Abri na raça uma conta no Blogger e criei o Updaters - Update or Die. O resto é história. Em 2006 resolvi transformar o Updaters em um projeto maior e o transformei em empresa. Convidei algumas pessoas para escrever comigo, escolhidas a dedo. Desse primeiro círculo, vieram novas indicações e hoje já somos 87 Updaters no Brasil e no mundo. Gente fantástica, de diversas áreas: cinema, propaganda, moda, arquitetura, mkt, design. Todos uns loucos obsecados. Cada um, por algum tipo de assunto. Consegui reunir um grupo que, na minha opinião, é imbatível no garimpo. Não aquela coisa boba que chamo de “Síndrome da Adolescente” de ver quem “deu primeiro”, mas no sentido de achar a coisa certa para um post e entregar de um jeito bacana. Outra marca registrada é a falta de afetação ou de teorização exagerada. Fazemos um conteúdo “profundamente leve”, sabedoria trazida em pés de pombo, como dizia Nietzsche. Ou seja: o Updaters não é um blog. É muito mais que isso. É atitude. É um movimento que celebra o novo.

2) Além de ser um blog referência, o UoD aparenta ter uma forte tendência aos negócios. Em qual momento aconteceu esta guinada? Quais foram os desafios e o que ajudou a implantar esse modelo?

Não é o UoD que tem tendência para negócios. São os negócios que tem tendência em buscar performance e isso hoje em dia está totalmente ligado ao novo, a capacidade de se adaptar com rapidez. Muitas empresas enxergam valor no que estamos fazendo. Para você ter uma idéia, a grande maioria dos nossos negócios surgiram por contatos dos próprios clientes. Com a maioria dos updaters também foi assim. Desde o começo fomos mais descobertos do que pró-ativos comercialmente. isso nos faz acreditar que estamos no caminho certo, porque geramos atração. Acho que pelo fato do Updaters ter surgido como uma iniciativa pessoal, por puro prazer, ajudou, as decisões foram mais corretas. Quando a gente vai para onde a paixão manda, a grana vem na cola.

3) O modelo de monetização do UoD é diferente dos que outros blogs adotaram: o site conta com espaços publicitários, mas também mantém parcerias com algumas empresas. Sabemos que há o incentivo à produção de conteúdo em seções especiais do UoD. Como funciona este modelo ou, em outras palavras, o que o UoD vende ao Banco Real, à Wunderman ou à Y&R, por exemplo?

Cara, acho uma afetação essa coisa de “monetização”. São esses jargões que acabam destruindo a essência de um blog. Tentar parecer sério dessa maneira é o primeiro passo para se perder a verdaderia personalidade do formato e não conseguir uma forma justa de remuneração. Antes de pensar em receber, é preciso pensar em entregar. E a grande maioria dos blogs ainda tem muito chão pela frente. Nossa estratégia para transformar o Updaters em negócio foi claro desde o início: gente com olhos de ver, ouvidos de ouvir e conteúdo relevante, sem afetação e sem essa opinião formada sobre tudo, que virou a regra agora. Nosso negócio é criar ambientes de aprendizado informal, sejam eles online como nossos blogs ou offline. Queremos dividirmos raciocínios com gente de verdade. É meio que o princípio Socrático do sei que nada sei. Mas garanto que nossa vontade de saber beira a insanidade. Falando como modelo de negocio, um blog tem um claro limite comercial. Mas a alma que você põe nele, não. O maior valor do UoD é o da catalização, da vitrine. Quem está com a gente, seja como autor, leitor ou comentarista, está participando ativamente de um processo, está se expondo, mostrando raciocínios, referências. isso sim pode gerar grandes negócios. Hoje fazemos consultoria e projetos especiais. Imagine o valor desse formato para as empresas.

Com relação ao “incentivo de produção de conteúdo”, isso não existe. Nosso incentivo é nosso próprio entusiasmo, que fica ainda maior quando pode virar uma fonte de renda, claro. Mas nunca tivemos qualquer tipo de pauta ou de orientação. Não acredito em post encomendado, nem remunerado. Post bom é aquele que persegue a gente e não o contrário. Se não é algo que entra no radar dos updaters naturalmente, não passa no teste e não vira post. O que vendemos para nossos clientes são esses processos e não só produto final na forma de conteúdo. Nossos blogs corporativos, como o da Y&R, da HSM, do Banco Real, são apenas a parte mais visível. Nossa idéia é criar mais updaters e não só updates.

4) O UoD tem em sua equipe um grande número de publicitários, fazendo com que seu conteúdo mostre uma boa visão desse mercado e do relacionamento entre agências e de conteudistas na internet. Qual é a sua opinião em relação à recente “fogueira” acesa sobre posts pagos, propagandas não-identificadas e o approach das agências a blogueiros?

O UoD tem muita gente de propaganda por causa do meu círculo pessoal de amizades. Mas isso era mais no começo, hoje tem gente de diversas áreas, uma grande salada. Por isso criamos nossos canais (área 3, Ouvidoria, Trippin e Gourmet), esses sim mais segmentados. Relacionamento com agências? Para gente não existe essa coisa de criar um relacionamento com as agências. Temos uma intimidade natural com vários profissionais de diversas agências e acho que conteúdo bom pode sair de qualquer lugar que tenha gente esperta. A coisa fica ruim quando blogs querem se passar por agências e agências por blogs. Um horror. Emular não é a solução. Autenticidade sim. Post pago, propaganda disfarçada, tudo isso é mentira e, como sempre, as pernas são curtas. Ao contrário do que muita gente pensa, as pessoas não são burras. Os truques funcionam de vez em quando, mas não para sempre. Atenção é algo bem mais fácil de se conseguir do que credibilidade. Tem gente pra caramba patinando nisso. Mas no fim, o que importa mesmo é que o momento é mágico e tudo isso é preparação para uma comunicação/educação/entretenimento muito mais legal do que era até hoje. Para mim, estamos vivendo na era do Hopi Hari.

Comando Bush chegando ao fim


Hehehehe, muito boa essa imagem. Pra quem não entende de html os símbolos menor que, barra e maior que, serve para encerrar um comando. Vi no FFFFound!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

O crescimento do Twitter

Parece inútil, mas não é!

Como todo mundo já sabe, o twitter é um serviço de microblogging e está virando febre na comunicação instantânea na web. Ele pode ser atualizado tanto via browser, quanto do celular (via SMS) e Google Talk. O Brasil já está na 5a posição de uso desse aplicativo e vem crescendo a cada dia.

Ele é simples, você apenas diz a ele "O que você está fazendo?", e compartilha isso com todo mundo!

Com isso, milhares de pessoas em todo mundo respondem a essa pergunta, criando um grande compartilhamento global de idéias, ações, informações, conteúdo.
O que vemos é que hoje informação não é mais guardada, tudo é compartilhado. Os principais ícones da internet já sabem disso e compartilham tudo que sabem, o que querem que as pessoas saibam. A todo momento buscam informação nova e compartilham, essa é a grande onda da comunicação, esse é o grande barato. Através do twitter você fica sabendo das coisas ainda mais rápido.
Se já não bastasse o Google Reader, portal de notícias, Blogs, Orkut, Msn... o Twitter veio para deixar as informações ainda mais perto das pessoas. Esse é o novo movimento cultural trazido pela internet como benefício pras pessoas, essa é uma nova tendência que devemos observar de perto.

Diferente de um diário pessoal, ele é compartilhado. E isso faz toda a diferença.

Pra ficar ainda mais fácil de entender, veja esse video:



Espero que tenha ajudado.

Pra quê título?

Pro Fernandão não ficar mais bravo dos redatores invadirem o Art Direction Show, e nem acusar a gente de chupar a coluna dele com um "Copywriter Show!", estamos criando uma nova coluna aqui no Inalando: o "Pra quê título?" Uma valorização das idéias que dizem tudo, sem dizer nada. Nesse caso, além do pra quê título também podemos perguntar, pra quê comentários para essas peças?

Crédito para os criativos da Euro RSCG de Santiago, Chile.